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Rhodiola rosea e desporto: desempenho, doses estudadas e limites

Rhodiola e desporto: evidência sobre resistência, doses, extratos e limites.

Por Tomás Leal · Sports dietitian7 min de leituraPublicado em 12/09/2026
Fontes
6
Alegações validadas
2
Evidência dominante
Limitado
Atualidade
12/09/2026
Rhodiola rosea e desporto: desempenho, doses estudadas e limites

A rodiola é frequentemente apresentada como adaptogénio. Os estudos em humanos mostram efeitos modestos e variáveis conforme a tarefa, a dose e o extrato.

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1. O que os estudos medem A investigação avalia tempo até à exaustão, contrarrelógio, VO₂max, potência e esforço percebido. Estes resultados não são equivalentes: um resultado laboratorial não garante melhor tempo.

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2. Um possível efeito depende do esforço Num pequeno estudo cruzado, 3 mg/kg uma hora antes associaram-se a um contrarrelógio de ciclismo mais rápido e menor esforço percebido. Outros estudos não encontraram benefício claro na corrida, no remo ou na resistência.

SituaçãoLeitura prudenteNão concluir
Contrarrelógio agudoSinal favorável num estudo pequeno.Ganho garantido em qualquer modalidade.
Uso crónicoResultados variam com dose e extrato.Um ciclo diário universal.
Força e sprintsAlguns estudos usaram doses maiores.Prova sólida para todo o treino de força.
Marcadores sanguíneosForam observadas algumas alterações.Recuperação funcional comprovada.
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3. Doses e extratos não são equivalentes Os estudos testaram cerca de 200 mg ou 3 mg/kg em toma aguda, além de doses diárias maiores durante dias ou semanas. As concentrações de rosavinas e salidrosídeo variam. São protocolos de investigação, não uma prescrição individual.

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4. Limites dos biomarcadores Uma alteração da creatina quinase não demonstra, por si só, melhor recuperação funcional. A revisão de 2023 salientou heterogeneidade e risco de viés frequentemente incerto ou elevado.

05FAQ ### A rodiola substitui a cafeína? Não. A evidência não permite considerá-las equivalentes.

01Deve ser tomada todos os dias? Não existe uma estratégia diária universal estabelecida.
02É útil para uma maratona? Os resultados variam e não justificam prometer um melhor tempo.
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Sources - Frontiers in Nutrition, 2025 — https://doi.org/10.3389/fnut.2025.1645346 - Phytotherapy Research / PubMed, 2023 — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37495266/ - British Journal of Nutrition / Cambridge, 2024 — https://doi.org/10.1017/S0007114523001988 - PubMed, Noreen et al., 2013 — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23443221 - Frontiers in Nutrition / systematic review 2022, 2022 — https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9021834/ - AIS Supplement Framework, 2026 — https://www.ais.gov.au/nutrition/supplements

Fontes

Estudos revistos por pares e referências institucionais usados neste artigo.

  1. 1AIS Supplement Framework· 2026
    Recomendação oficialLimitado

    sportifs et pratiquants

    Ver a fonte
  2. 2Frontiers in Nutrition· 2025
    Meta-análiseLimitado

    668 participants, healthy adults, 26 RCTs · 668 participantes

    Ver a fonte
  3. 3British Journal of Nutrition / Cambridge· 2024
    Revisão sistemáticaLimitado

    16 essais, 363 participants · 363 participantes

    Ver a fonte
  4. 4Phytotherapy Research / PubMed· 2023
    Revisão sistemáticaLimitado

    263 participants, 13 RCTs, 18–65 ans · 263 participantes

    Ver a fonte
  5. 5Frontiers in Nutrition / systematic review 2022· 2022
    Revisão sistemáticaContraditório

    10 études humaines, adultes sains · 10 participantes

    Ver a fonte
  6. 6PubMed, Noreen et al.· 2013
    Ensaio clínico randomizadoLimitado

    18 personnes actives, essai croisé, contre-la-montre cycliste · 18 participantes

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Tomás Leal

Works with endurance athletes on periodised fuelling strategies.

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